Poesia: Havia um tempo

Poesia de Eduardo Linhares Havia um tempo Em que tudo dava tempo Até pra passatempo Havia e não há mais Se o tempo ainda é o mesmo Porque não sou capaz? Havia uma época Em que não faltavam momentos Diversão a todo instante Não parava pra pensar Hoje vejo no olhar Da criança a brincar Esse tempo reavivar Infância divertida De amigos empolgantes Na arte de aprontar Hoje adulto a lembrança queda No pensamento atribulado A saudade do sorriso Sem malícia e descomprometido Da inocência perdida Sobre o poeta: Sou uma... Leia mais →

Poesia: Desejos

Poesia de Eduardo Linhares Genuína sensação Se apodera da razão Insustentável segurar tal emoção Refém me tornei do coração Borbulha na mente Fulgurante e prazeroso Persuasivo e carente Presente e teimoso Ah desejo ainda imaculado Incerto e dominador Iludes com o prazer Confundes com o amor e a dor Caminhos da obsessão Não quero, desejo, me possuo Na proibição e no perdão Da alma extraio o impuro Humanamente nesta condição Sobre o poeta: Sou uma cara que próximo dos 40 resolveu mudar seu estilo de vida, o trabalho, a relação com... Leia mais →

Poesia: Do que eu preciso?

Poesia de Eduardo Linhares   Preciso acordar todo dia do lado oposto ao dia dia anterior Preciso enxergar um detalhe diferente da mesma flor   Preciso andar na rua detrás e na da frente também Mas hoje vou na contramão da que vem   Preciso respirar o aroma do ar das manhãs Preciso entender que é sempre hoje e não sei do amanhã   Preciso deixar pelo menos uma lágrima rolar E sorrir para a vida pela capacidade de me emocionar   Preciso sentir que a vida está em movimento... Leia mais →

Sexo e Outros Entorpecentes: Contos de Amor do Século XXI – 4ª Edição

Sexo e Outros Entorpecentes: Contos de Amor do Século XXI – 4ª Edição Amores imaginários. Amantes constantes. Paixões Proibidas. São títulos que evocam o amor, seus desideratos e confusões. Assim como aguçam desejos e fazem os apaixonados e os resistentes à paixão pensarem sobre as relações e seus problemas. No cotidiano, somos bombardeados por produções artísticas que discutem o amor e/ou revelam o sexo como fonte de prazeres inimagináveis. Mas será que o sexo como eixo e finalidade da vida não traz um traço conservador, pois que, no fundo, o... Leia mais →

Poesia: O que é isso poeta?

Poesia para o final do ano O que é isso poeta? Poesia de Eduardo Linhares   O que é isso poeta? Mente sempre alerta Cabeça tão aberta Na escrita não tenha pressa   Pode vir a inspiração do outro alguém Da natureza também Da criança que corre Ou misteriosamente do além   No fundo de cada palavra Transborda o amor ou o sofrimento Para que aquele que lê Desperte na saudade ou no lamento   Missão louvável que te escolheu Que te parte sem avisar-te Da caneta e das palavras... Leia mais →

Poesia Vento Suli

Vento Suli Poesia de Eduardo Linhares   Vento, forte, tenso Vem do Sul e abraça Traz ondas do mar denso Desarruma quem passa   Perpassa as 3 pontes Rumo ao norte da Ilha Parece não secar sua fonte Pouco tempo, muitas milhas   Sobe rápido pela Felipe Enciumada fica a conselheiro Em festa ficam as arvores da praça Anunciando o momento derradeiro   Tudo voa em seu caminho Roupas, lençóis e bonés Guardas chuvas procuram seus ninhos Rezam as comadres de boa fé   Traz consigo irritação Muda a rotina... Leia mais →

Poesia: Morte

Morte Poesia de Eduardo Linhares   Quando eu decidir morrer Eu começarei a viver Quando eu morrer para o apego Começarei a viver sem medo Quando eu morrer para a arrogância Começarei a viver minha velha infância Quando eu morrer para o egoismo Começarei a entender o altruísmo Quando eu morrer para a inveja Viverei em abundância eterna Quando eu morrer para o negativo Ousarei na falta ser positivo Quando eu morrer para a aparência A moda será minha própria essência Quando eu morrer para auto-piedade Baterá no peito o... Leia mais →

Poesia: Desejos

Desejos Poesia de Eduardo Linhares   Genuína sensação Se apodera da razão Insustentável segurar tal emoção Refém me tornei do coração Borbulha na mente Fulgurante e prazeroso Persuasivo e carente Presente e teimoso Ah desejo ainda imaculado Incerto e dominador Iludes com o prazer Confundes com o amor e a dor Caminhos da obsessão Não quero, desejo, me possuo Na proibição e no perdão Da alma extraio o impuro Humanamente nesta condição       Sobre o poeta: Sou uma cara que próximo dos 40 resolveu mudar seu estilo de vida,... Leia mais →

Poesia: Meu doce furacão

Meu doce furacão Poesia de Eduardo Linhares   Num certo momento tudo começou A vida num minuto se transformou Rumos forçados a natureza forjou E agora, pra onde vou?   Novas possibilidades eu vi Além de ver, vivi Pude viver porque senti Conjuguei o verbo mudar, parti   No meio de tantos acontecimentos Outras surpresas me atordoaram em vários momentos Sem trégua em contínuo movimento Diz o coração: seja bravo, não há espaço para lamentos   E no olho do furacão Sinto a presença das possibilidades O vento me leva... Leia mais →

Poesia: Verdade?

Poesia de Eduardo Linhares   Verdade?   Verdade, que verdade é essa? Não me apresentaste na tua festa. Não ouvi a música da tua orquestra. Não vi a tua hora, nem tua pressa. Corri para o destino, tentar encontrar e da verdade poder saborear e lá  a verdade não se hospedou então pra casa voltei e a solidão me consolou Verdade, será que tu és realmente verdadeira? Será que me enganas durante uma vida inteira? Será que andas às voltas vil e sorrateira? Será que a vida te esconde e... Leia mais →

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